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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

ARTE COM SACOS DE LIXO



Imagens de Gustavo Sanabria, Cortesia de luzinterruptus.
Quando se tenta ensinar as pessoas a reciclar de forma adequada, às vezes é difícil manter o interesse. A maioria das cidades recorre a gráficos coloridos, distribui instruções aos moradores e só. Mas o grupo artístico luzinterruptus decidiu fazer algo especial para explicar aos moradores de Varsóvia que cor de se destina a quê na reciclagem. Então, pegaram mil sacos verdes, amarelos e azuis e os inflaram, criando uma notável instalação artística sobre um assunto um tanto enfadonhho.
Durante três dias, os sacos ficaram flutuando no ar ou presos ao chão, amarrados a bicicletas e enfiados dentro de carros. Na visão do luzinterruptus, a instalação que chamaram de Recycling Sunday (Domingo Reciclável), foi um sucesso:
“Muitas pessoas vieram visitar a instalação e a interação foi surpreendente. As crianças brincaram com os sacos como se fossem os balões mais atraentes do mundo, e os adultos os levaram embora com se fossem presente preciosos. No fim da noite, os sacos flutuantes deixaram a praça para invadir a cidade com sua estranha presença. Assim, a instalação terminou reciclando a si mesma de forma espontânea”.
Confira abaixo um vídeo sobre o trabalho:

Recycling Sunday (Domingo Reciclável), de Gustavo Sanabria, no Vimeo.
Tomara que os moradores de Warsaw captem a mensagem. E se tudo der certo, eles também devem reciclar os sacos usados na instalação. Seria péssimo ver os mil sacos plásticos entupindo os bueiros da cidade depois de inspirar um comportamento tão verde.
FONTE:

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

FIM DO MUNDO


Cientistas desvendam “profecia maia”


Cientistas desvendam “profecia maia”
Arqueólogos de diversos países se reuniram no Estado de Chiapas, uma área repleta de ruínas maias no sul do México, para discutir a teoria apocalíptica de que essa antiga civilização previra o fim do mundo em 2012. A teoria, amplamente conhecida no país e contada aos visitantes tanto no México como na Guatemala, Belize e outras áreas onde os maias também se estabeleceram, teve sua origem no monumento nº 6 do sítio arqueológico de Tortuguero e em um ladrilho com hieróglifos localizado em Comalcalco, ambos centros cerimoniais em Tabasco, no sudeste do país. O primeiro faz alusão a um evento místico que ocorreria no dia 21 de dezembro de 2012, durante o solstício do inverno, quando Bahlam Ajaw, um antigo governante do lugar, se encontra com Bolon Yokté, um dos deuses que, na mitologia maia, participaram do início da era atual.
Até então, as mensagens gravadas em “estelas” – monumentos líticos, feitos em um único bloco de pedra, contendo inscrições sobre a história e a mitologia maias – eram interpretadas como uma profecia maia sobre o fim do mundo. Entretanto, segundo o Instituto Nacional de Antropologia e História (Inah), uma revisão das estelas pré-hispânicas indica que, na verdade, nessa data de dezembro do ano que vem os maias esperavam simplesmente o regresso de Bolon Yokté.
“(Os maias) nunca disseram que haveria uma grande tragédia ou o fim do mundo em 2012”, disse à BBC o pesquisador Rodrigo Liendo, do Instituto de Pesquisas Antropológicas da Universidade Autônoma do México (Unam). “Essa visão apocalíptica é algo que nos caracteriza, ocidentais. Não é uma filosofia dos maias.”
Durante o encontro realizado em Palenque, que abriga uma das mais impressionantes ruínas maias de toda a região, o pesquisador Sven Gronemeyer, da Universidade australiana de Trobe, e sua colega Bárbara Macleod fizeram uma nova interpretação do 6º monumento de Tortuguero. Para eles, os hieróglifos inscritos na estela se referem à culminação dos 13 baktunes, os ciclos com que os maias mediam o tempo. Cada um deles era composto por 400 anos.
“A medição do tempo dos maias era muito completa”, explica Gronemeyer. “Eles faziam referência a eventos no futuro e no passado, e há datas que são projetadas para centenas, milhares de anos no futuro”, afirma.
Para a jornalista Laura Castellanos, autora do livro 2012, Las Profecias del Fin del Mundo, o sucesso da teoria apocalíptica junto à cultura ocidental se deve a uma “onda milenarista” que, segundo ela, “antecipa catástrofes ou outros acontecimentos cada vez que se completam dez séculos”.
Para Castellanos, esse tipo de efeméride é reforçada por uma “crise ideológica, religiosa e social”. Ela observa que as profecias sobre 2012 não têm somente uma “vertente catastrófica”, mas também uma linha que “prognostica o despertar da consciência e o renascimento de uma nova humanidade, mais equitativa”.
A asséptica explicação científica e histórica vai de encontro à crença popular no México, um país onde há quem procure adquirir os conhecimentos necessários para sobreviver com seu próprio cultivo de alimentos em caso de uma catástrofe mundial. Muitos dos que vivem fora procuram regressar ao país porque sentem que precisam estar em casa em 2012, e há empresas que oferecem espaço em bunkers subterrâneos, com todas as comodidades.
Afinal, o possível fim do mundo também é negócio. O próprio governo mexicano lançou uma campanha para promover o turismo no sudeste do país, onde estão localizados os sítios arqueológicos maias. Muitos governos dos Estados onde existem ruínas da antiga civilização maia já estão registrando aumento na chegada de turistas.
Nota: Quem dera um grupo de cientistas também se debruçasse com interesse e seriedade sobre as profecias bíblicas… Não deixa de ser interessante notar que na “profecia” maia há a previsão do regresso de um deus. De onde os maias teriam tirado essa ideia (comum a outros povos)? Na verdade, é bíblica a crença de que a volta de Jesus trará um novo reino de paz, ainda que também traga destruição (seguida de recriação, mil anos depois) para este mundo corroído pelo pecado. Segundo Liendo, “essa visão apocalíptica é algo que nos caracteriza, ocidentais. Não é uma filosofia dos maias”. Ele está certo, em parte. Ocidentais que conhecem devidamente as profecias bíblicas sabem que o Apocalipse representa esperança e uma nova realidade de justiça, paz e eternidade. O lado “apocalítico” (como sinônimo de destruição, apenas) é explorado pelas produções hollywoodianas. Tanto é assim, que só se fala em “fim do mundo” e não da Nova Terra.[MB]
Fonte: criacionismo.com.br

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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Planeta Sustentável




Você apaga a luz antes de sair do aposento? 
Recicla o lixo de sua casa? Usa menos o carro?

Se há algo que aprendemos quando começamos a atuar na área da sustentabilidade é que os resultados às vezes demoram e podem não ser o que esperávamos, mas sempre, com certeza, trarão um grande aprendizado.

Algo importante que aprendi com a experiência é que se realiza muito mais quando os projetos de sustentabilidade estão alinhados à missão e ao negócio da empresa. Esta talvez seja a principal razão do sucesso do Planeta Sustentável.
Planeta Sustentável é o primeiro projeto liderado por uma grande empresa de comunicação a debater, informar e produzir conhecimento sobre Sustentabilidade de maneira sistemática para os mais diversos públicos. Com o apoio das empresas parceiras CPFL Energia, Bunge, SABESP, Petrobras, Grupo Camargo Corrêa e CAIXA, este movimento lançado pela Editora Abril combina um detalhado planejamento anual à realização de novas ações para atender esta missão: disseminar informação e referências sobre sustentabilidade.
Participam do Planeta Sustentável 38 publicações. Em três anos de movimento, completos em junho de 2010, foram mais de 3 mil páginas publicadas pela Abril. Todas essas reportagens e mais 4 mil conteúdos exclusivos compõem o maior site dedicado ao tema no país. Para as crianças de 6 a 12 anos, o site Meu Planetinha apresenta reportagens, vídeos, pesquisas, testes e resenhas de livros e filmes.
Dicas de como incorporar a sustentabilidade ao cotidiano foram reunidas no Manual de Etiqueta para um Planeta Sustentável. As duas edições do guia somam 5,2 milhões de cópias distribuídas. Hoje já são 120 dicas, todas disponíveis no site. O Planeta Sustentável realiza também campanhas de conscientização em mais de 150 páginas duplas da Editora Abril. Para nos auxiliar na definição de temas abordados e outros planos de atuação, contamos com um Conselho Consultivo composto por 41 conselheiros de diversos setores, entre especialistas, jornalistas e executivos da Editora Abril e das empresas parceiras.
O evento Planeta no Parque, realizado no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, já faz parte do calendário da cidade. Milhares de pessoas participam de atividades como shows e oficinas que apresentam, de maneira divertida, práticas mais sustentáveis. E desde 2009 o Prêmio Planeta Casa, iniciativa pioneira da revista Casa Claudia, foi incorporado ao calendário do movimento com a missão de valorizar soluções, empresas e profissionais das áreas de arquitetura, construção e decoração engajados em conciliar conforto e bem-estar com total respeito ao planeta.
Três anos de movimento. Resultados? Falamos com mais de 15 milhões de pessoas por ano. Essa é nossa audiência em revistas, sites, eventos e redes sociais. Para acompanhá-las, realizamos a pesquisa “Performance Planeta Sustentável” (Studio Ideas) em 2008 e 2009: 77% dos leitores das revistas e 81% dos internautas mudaram suas atitudes após conhecerem o Planeta Sustentável. E, comparativamente, há um crescimento na adoção de boas práticas em toda a audiência. “Você apaga a luz antes de sair do aposento onde está?”: em 2008, 64% responderam que sim; em 2009, 82%. “Você recicla o lixo de sua casa?”: em 2008, 27% reciclavam; em 2009, esse número dobrou: 62%. “Você usa menos o carro?”: em 2008, 17% disseram sim; em 2009, foram 32%.
Estamos no caminho do futuro. Há muito por fazer agora. Nosso papel em produzir conhecimento por um mundo melhor continua. Por um Planeta Sustentável.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Magazine Luiza


Magazine Luiza amplia programa de vendas nas redes sociais

Varejista pretende chegar a 10 mil lojas virtuais até o fim do ano e atingir um milhão de clientes. Empresa apresenta Luiza-que-estava-no-Canadá como garota propaganda da marca

O Magazine Luiza liberou hoje, dia 26, para todos os usuários do Facebook e do Orkut a possibilidade de abrir uma loja virtual com os produtos da rede. A iniciativa está inserida na segunda etapa do projeto Magazine Você, lançado em agosto do ano passado, que comissiona internautas pela venda de produtos por meio do social commerce.

O modelo estava em fase de teste, funcionando com mil unidades virtuais apenas nos perfis de familiares de colaboradores da marca. A abertura para todos os usuários foi antecipada em dois meses, por conta dos bons resultados da etapa experimental. A maior vendedora do período inicial do projeto movimentou cerca de R$ 13 mil.
Com a nova modalidade, a empresa pretende alcançar 10 mil canais de vendas nas redes sociais até o fim de 2012 e atingir um milhão de clientes. Atualmente, o Magazine Você tem 708 lojas no Facebook e 450 no Orkut, apresentando uma taxa de conversão 50% maior do que no site. O usuário pode montar sua própria loja no perfil do Orkut ou do Facebook com até 60 produtos da rede. A cada item comprado, o vendedor ganha uma comissão que varia de 2,5% a 4,5%, dependendo da margem de lucro da aquisição.  
Aproveitando a fama do bordão Luiza-que-estava-no-Canadá, a varejista chamou Luiza para ser garota propaganda da marca em uma campanha convidando os usuários a criarem um novo nome para suas lojas virtuais. Uma das primeiras unidades batizadas é a Magazine_LuizadoCanadá. O melhor nome, segundo um júri da empresa, receberá 10% de comissão em todas as vendas e R$ 5 mil para ajudar na divulgação.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

SUPERVIA


Responsabilidade Social


A SuperVia tem como um de seus principais valores o Comprometimento. Por meio do programa VIDA, a empresa coloca em prática esse valor por meio de ações de responsabilidade social desenvolvidas nas estações, comunidades e escolas próximas à ferrovia. Conheça as principais ações do VIDA:

Vida
Apoio às comunidades
Mensalmente são distribuídas cestas básicas nas comunidades vizinhas, além da contratação de profissionais pelas associações de moradores.

Multiplicadores Ambientais
Multiplicadores Ambientais
A SuperVia promove um curso para voluntários das associações de moradores, com aulas sobre cidadania, saúde e meio ambiente. O objetivo é multiplicar a conscientização ambiental para reduzir o descarte incorreto do lixo.

Mutirão de Limpeza
Mutirão de Limpeza
Com o objetivo de reduzir os lixões, a SuperVia realiza periodicamente um mutirão de limpeza nas regiões, com o apoio das associações de moradores e órgãos públicos.

Blitz Ambiental
Blitz Ambiental 
Através de um trabalho de porta em porta, um grupo da SuperVia busca conscientizar os moradores para reduzir os lixões existentes na linha férrea. Em 2006, existiam 156 lixões e esse número caiu para 40 em 2010.

Por Dentro da SuperVia
Por Dentro da SuperVia
Durante o ano letivo, alunos de escolas próximas à ferrovia visitam a empresa e recebem palestras com foco sócio-educativo, transmitindo informações sobre cidadania, saúde e preservação do meio ambiente. Neste trabalho, o trem também é apresentado como um transporte considerado ecologicamente correto.


Programa de Responsabilidade Social


Exposições
Exposições
Eventos realizados em parceria com diversas entidades, órgãos privados e públicos, provendo acesso a informações sobre saúde, meio ambiente, cidadania e cultura, através de charges, fotos, vídeos, entre outros recursos.

Trens Temáticos
Trens Temáticos
A SuperVia promove trens temáticos de cunho cultural, com o objetivo de integrar a diversidade ao sistema ferroviário. O tradicional Trem do Samba, realizado em dezembro, e o Trem do Funk, em novembro, já mobilizam milhares de pessoas.

Cursos Profissionalizantes
Dia da Ação Social
Esta ação tem o objetivo de despertar na população a consciência ambiental, o interesse pelo desenvolvimento sustentável e o descarte correto do lixo, levando ainda para os participantes diversos serviços e entretenimento.

Dia da Ação Social
SuperVia Criando Raízes
Iniciado em 2008, o projeto de reflorestamento tem o objetivo de arborizar áreas no entorno da linha férrea. Profissionais da SuperVia e pessoas de comunidades próximas às vias, plantaram cerca de 6 mil mudas que amenizam o efeito estufa, embelezam o local e não trazem riscos para a segurança operacional da empresa.

Recicla Rio
Recicla Rio
Juntamente com 34 cooperativas de reciclagem, a SuperVia realiza mostras, showroom de vendas com peças produzidas pelos artesões em ações sociais, campanhas de conscientização ambiental e palestras educativas sobre a gestão correta do lixo.




quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

DICAS DE SUCESSO II



IG cita livro do Clube como um dos 12 feitos para quem quiser ficar rico

Quer aproveitar 2012 para ficar milionário? OK… a resposta para essa pergunta é provavelmente das mais óbvias que podem existir…
Não que seja algo fácil ou instantâneo mas, segundo muitos autores especializados em finanças pessoais, ficar rico é algo concreto desde que se siga algumas regras de conduta básica.
Na última quarta, o portal IG fez um levantamento dos 12 melhores livros para quem quiser ficar rico no ano – uma seleção composta por títulos nacionais e estrangeiros.
Nela, uma das obras é daqui mesmo do Clube: A Receita do Bolo, do Professor Mauro Calil, que realmente faz muito sucesso por aqui.
Veja uma imagem da seleção feita pelo portal e, para conhecer melhor o livro, clique aqui, no link http://clubedeautores.com.br/book/32584–A_Receita_do_Bolo

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

BICICLETA DE BAMBU



Novo conceito em bicicleta usa bambu

 O estudante de design australiano, Alexander Vittouris, apresentou o conceito de sua bicicleta feita de bambu: Ajiro. O mais curioso a respeito do projeto é sua estrutura, que é cultivada. O bambu é cultivado na forma da bicicleta, e desse jeito não apresenta riscos de se partir por inflexão. Além de deixar a estrutura mais leve.
Com o motorista reclinado, à sombra de uma sutil cobertura, Ajiro se torna um veículo leve e rápido, próprio para curtas distâncias no dia a dia urbano.
“O conceito de velomóvel implica uma fonte natural de força humana, que constrói uma ponte entre carros e bicicletas com a disponibilização de espaço de armazenamento e de uma cobertura protetora ao ciclista. Simplificando o pacote, as rodas traseiras da Ajiro atuam como mecanismos de direcionamento, enquanto a roda dianteira funciona como entrada de energia. Isso acaba com a complexidade de muitos veículos do gênero, que dependem de sistemas de corrente. Para conferir estabilidade em baixas velocidades, como exige o uso urbano, grande parte do peso do ciclista é posicionada sobre as rodas traseiras”, explica Vittouris.

O protótipo foi apresentado no James Dyson Awards, um concurso internacional abrangendo 18 países, onde estudantes de design são convocados a inventar, ou reinventar, algo que resolva um problema.
Os vencedores do concurso serão revelados dentro de 20 dias. Conheça a premiação e os outros concorrentes no site oficial.

Fonte: Mercado Ético
http://www.greennation.com.br/pt/post/1265/Novo-conceito-em-bicicleta-usa-bambu